Campos do Jordão história nas alturas

 

 

 

Bandeira de Campos do Jordão      Brasão de Campos do Jordão

 Bandeira de Campos do Jordão            Brasão de Campos do Jordão

                                                   

 

Aniversário de campos do Jordão - 29 de ABRIL (1874)

Território - 290 Km2

Latitude -22, 73944º sul

Longitude -45, 59139º oeste

Altitude - 1629 m

População IBGE – 2008 46.332 hab.

CEP - 12460-000

Atividade econômica – Turismo

Distancia de são Paulo (capital) - 167 km

Distancia Rio de janeiro (capital) - 350 km

Distancia belo horizonte - 500 km

 

No dia 20 de setembro de 1790, Inácio Caetano Vieira de Carvalho chegou, no alto da Serra da Mantiqueira, na Fazenda Bonsucesso. Desde então, passou a ser afrontado pelo vizinho João Costa Manso por problemas com os limites da fazenda. Essa briga deu inicio a uma luta aberta entre paulistas e mineiros que só acabou em 1823 quando morreram Vieira de Carvalho e Costa Manso. Os Vieira de Carvalho venderam a Fazenda Bonsucesso ao então Brigadeiro Jordão que mudou o nome da fazenda para Natal, mas ficou conhecida como os “Campos do Jordão”.

Matheus da Costa Pinto, considerado o fundador da cidade, tendo adquirido boa parte das terras que pertenciam ao Brigadeiro Jordão, transfere-se de Pindamonhangaba para os "Campos do Jordão" onde, a 29 de Abril de 1874 deu início a inúmeras construções, fundando, assim, o primeiro povoado, que denominou São Matheus do Imbiri, por estar localizado nas proximidades do Pico do Imbiri e ribeirão Imbiri.

No dia 2 de Fevereiro de 1879 teve início à construção da capela Nossa Senhora da Conceição dos Campos do Jordão, onde já havia a capelinha de São Mateus. Em 1891, Dr. Domingos José Jaguaribe comprou todas as terras de Mateus Pinto, e instalou-se na vila de São Mateus, que em sua homenagem foi chamada de Vila Jaguaribe.

A vila cresceu e virou distrito, em 29 de Outubro de 1915, com o nome de Campos do Jordão, em terras do município de São Bento do Sapucaí. Nessa mesma época, iniciou-se a construção da Vila Abernéssia onde estavam localizados os sanatórios dos doentes dos pulmões. Em 1920, foi iniciada a construção da Vila Emílio Ribas. O fato de tornar-se um local para tratamento de saúde originou a criação de uma prefeitura sanitária em 1º de outubro de 1926, mantida até 21 de janeiro de 1931. Somente em 19 de Junho de 1934 conseguiu sua autonomia político-administrativa com a criação do município.

O nome do município homenageou o Brigadeiro Jordão, pois, na época, era costume ligar-se o nome do proprietário à propriedade.

Estar em campos do Jordão é ter contato direto com a natureza e um clima internacionalmente reconhecido.com localização privilegiada garante estatos de cidade turística responsável por 80% da economia.

Carinhosamente chamada de Suíça Brasileira chega a receber mais de um milhão de turista no inverno quando a temperatura chega facilmente na casa dos 2 graus à noite. Com infraestrutura que agrada os mais variados gostos, passando pela gastronomia de dar água na boca a hospedagem de alto nível em pousadas e hotéis sem contar com diversas opções de lazer, e eventos culturais e entretenimento e com tranqüilidade inigualável da cidade considerada uma das mais seguras para se passear.

Campos do Jordão nas quatro estações o clima de Campos do Jordão com 52% de dias claros no ano, foi considerado superior ao de Chamonix na França, tendo também o teor de ozona e oxigênio melhor do que o de Davos Platz na Suíça. Dizem que a cidade apresenta o clima das quatro estações em um dia. Em pleno verão, com o Vale do Paraíba marcando 35ºC em seus termômetros, por mais incrível que possa parecer quem está em Campos não dispensa um edredom à noite. As temperaturas médias anuais variam das negativas às próximas dos 22ºC.

Na primavera, entre setembro e novembro - quando as flores nascem à cidade fica florida e as temperaturas médias variam entre 10 e 25ºC.

Primavera

 

No verão, entre dezembro e março – com brisas suaves e refrescantes por entre as montanhas as temperaturas medias variam entre 15 e 30ºC.

Verão

 

No outono, aparecem novas formas nas árvores, que também revelam tons mais avermelhados em suas folhas que começam a cair, anunciando a proximidade da estação maior.

Outono

 

No inverno, chega e as temperaturas abaixo de zero predominante nas madrugadas, abrindo caminho para as manhãs brancas das geadas. O nascer do sol desmancha o gelo e da coragem para contemplar a beleza, nos convidando para inúmeros passeios e atrações que a cidade oferece.

Inverno

 

Campos do Jordão também tem belas paisagens naturais, além de cachoeiras, quedas d'água e fontes espalhadas pela cidade. O Festival de Inverno, realizado anualmente no mês de julho, garante muita movimentação e bons espetáculos culturais.·.

 Saúde e beleza o ano inteiro. Campos do Jordão tem uma topografia bastante acidentada: cerca de 85% de seu Município é composto de regiões onduladas, 10% de encostas de serra e apenas 5% de áreas escarpadas. A cidade está localizada em um vale; a parte plana não ultrapassa 500 metros de largura onde se alinham os seus três núcleos principais: Vila Abernéssia, Vila Jaguaribe e Vila Capivari. Vila Abernessia é o centro comercial e administrativo da Estância, Vila Jaguaribe tem uma parte turística e outra residencial e Capivari é a vila turística, por excelência.

A Estância é dotada de parque hoteleiro de categoria internacional. Localizada entre São Paulo, Rio e Minas Gerais, Campos do Jordão é alcançada por três vias principais de acesso, sendo duas rodoviárias e uma ferroviária. De São Paulo e Rio, por exemplo, o acesso pode ser feito através das rodovias SP-123 e SP-50, ambas partindo da Via Dutra.

A SP-50 tem início em São José dos Campos e apresenta mais de 800 curvas para um percurso inferior a 100 quilômetros. Outros acessos rodoviários há, porém de importância secundária. Por último, temos o acesso ferroviário que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão através da Serra, onde se encontra a Parada Cacique, o ponto ferroviário mais alto do Brasil.

Campos do Jordão tornou-se a mais importante estância climática do Brasil. Através de suas famosas malharias - conhecida no mundo todo - o seu chocolate caseiro, seus doces e compotas.

Pela Estância de Campos do Jordão passaram escritores como Monteiro Lobato, Paulo Dantas, Maria de Lourdes Teixeira, Dinah Silveira de Queirós; poetas, como Ribeiro Couto, Guilherme de Almeida, Menotti Del Pichia; historia-dores, como Caio Prado Junior; juristas, como Miguel Reale e Alexandre Correa; artistas plásticos, como Brecheret, Lasar Segall, Felicia Lerner, Pancetti, Manabu Mabe e Camargo Freire, além de políticos, como Getúlio Vargas, João Figueredo, Ernesto Geisel, João Goulart, Adhemar de Barros, Carvalho Pinto, Jânio Quadros, Franco Montoro, Paulo Maluf, Laudo Natel, Abreu Sodré e tantos outros. Jamais a cobiça do ouro, no passado, poderia sugerir a Oyaguara e a Inácio Caetano que a riqueza não estava nas Minas Gerais, mas se achava aqui mesmo, no Alto da Mantiqueira, a 1700m, acima das poluições, na abençoada e formosa Campos do Jordão. Por isso cisma o poeta em sua lira: Não sabiam os pobres viajantes que o tesouro, de ouro não era não! Nem de esmeraldas, nem de diamantes, o tesouro era Campos do Jordão.

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